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Missão Altirana

Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Qui 25 Dez, 2008 7:21 pm


“Missão Altirana”

Advertência: Esta história não é de caráter ideológico.

Prólogo

“Karma é algo que flui toda a vivência da encarnação de um espírito que está em provação. Karma não é punição, nem benção, mas uma conscientização pós-ação, uma materialização de uma compreensão. Para vencer esta conscientização, você deve eliminar você mesmo, ou seja, o ego, para poder chegar ao Pai”.

25 de dezembro de 946. Cidade de Mandato, Sul dos ENO.

Frio por todo lado, em trocas de temperaturas constantes a cada momento; Aquela era a época do Natal. Naquelas épocas, famílias se reuniam para celebrar uma grande e gorda festa para celebrar as trocas de presentes. Enfeites natalinos e presépios eram tudo a se ver e presentes, a ter. Tudo tinha um propósito em comum; Um motivo que levava os extravios virarem novas veredas abençoadas de amor ignorante: O nascimento de Jesus Cristo. Ninguém, nem mesmo os próprios cristãos percebiam a sua hipocrisia diante desta blasfema a Deus, sendo extremamente grave. Muitos ornatos concebiam uma visão periférica da formosura daquela época enlevável que, para os punhos fechados, um intocável ser a se distanciar, acontecer.

Aquele mundo não era igual ao geralmente de outro lugar. Diferentemente de outro mundo, este era habitado por seres diferentes. Todos habitantes daquele mundo eram animais antropomorfos que criaram toda uma ilusão para eles, assim que nem os próprios seres de careca corporal também fizeram, em outro lugar distante dali.

Em um dos países daquele mundo, havia os ENO, ou Estados do Norte Oriental, era um país com uma extensão territorial média, onde tinha uma característica típica de países subdesenvolvidos como outro qualquer. Possuía uma cultura extremamente diferenciada de outros países daquele norte, ainda mais que os habitantes daquele lugar comemoravam natal duas vezes no mesmo ano, ou que estes mesmos habitantes eram canibais que seguiam uma seleção de filhotes que, se considerados impuros, deveriam ser jogados em rios e os mais puros, serem devorados. Incomensuravelmente, uma ilusão inútil que, por agastar egos, este verme não vencerem, fazerem.

Nas grandes e frias florestas daquele país coberto por matérias congeladas, havia um rio abaixo do zero. Ao lado dele, havia uma humilde casa, onde estava uma raposa. Aparentava estar no auge de uma juventude. Não era alta, tinha 1,60m de altura, mas em aparências, era capaz de fazer o mais elevado espírito amoroso tentar tomar posse sentimental e egoísta daquele belo corpo. Em cabelos que refletiam uma cor quente, um belo e intenso vermelho quase laranja, poder-se-ia acontecer até mesmo de ser um lustro tão cálido que poderia fazer aquele mesmo lugar congelado pela troca brusca de temperatura virar o mais embelezado campo de matérias formando um belo rio de cristal parecido com turquesas e os galhos congelados virarem arvores cheias de espírito para doarem-se incondicionalmente para todos. Os olhos refletiam uma cor azul que poderia ser visto em um brilho como o de um holofote cegando olhares a quem tentar encarar o olho do mesmo.

Ela, então, saíra da cabana com um rifle, aparentando ser um AK-47, vestindo um típico casaco de pele, e atrás dela havia uma alcatéia inteira de lobos, todos mortos, em exceção os filhotes. Desgraçados pela situação, medrosos pela ação. Aquela raposa, sem nada a fazer, apenas disse uma frase a esses filhotes, em um tom frio e sem vontade ou expressão:

“Cuidem-te, filhotes. Fiquem com Deus”.

E eles começaram a chorar. Não choravam com suores, mas choravam com altos decibéis por toda àquela região.
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Dark Lyons Kamau em Qui 25 Dez, 2008 8:07 pm

nossa o.O
espero que a raposa tenha boms motivos pra dexar o filhotinhos de lobo ao relento em um clima gelado ^^
esse mundo parece ser bem perigoso...vai continuar o conto?
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Sáb 27 Dez, 2008 12:05 pm

Vou continuar sim.

Capítulo 1: Egoísmo.

“No mundo materializado, o egoísmo é o maior inimigo de Deus. O egoísmo é à base de todo Karma, por isso que deve ser vencido e colocar o nosso lado amoroso e doador em primeiro lugar, antes de tudo, mesmo que custe a carência. A carência também é egoísmo, assim como se doasse apenas para ter a consciência limpa. Exemplos de egoísmo? Temos vários, como doar apenas para pessoas carentes em materiais, pois você está condicionando a sua doação. Isso é o amor condicional, o amor humano. Lembrando que a palavra ‘humano’ refere-se a todos os seres vivos, inclusive os que vocês chamam de animais e plantas”.

Andando por uma estrada, aquela raposa seguia um caminho entre uma montanha e a floresta. Os cristais que caracterizavam aquela época do ano não paravam de voar entre meias voltas. Quando ela percebeu, viu um carro parando ao lado dela; Um carro daqueles iguais a um esportivo egoísta de tanta luxúria que possuía para satisfazer o ego de quem manuseava aquela maquina. Quando a janela daquele carro descera, uma figura inimaginavelmente nobiliárquica dava a perecer tudo que era considerado podre e que uma pútrida morada, em fundos malignos e medíocres, mereciam morrer e apodrecer: Um lobo da grande nobreza elitista de alcatéias independentes.

“E aí, gostosa? Vamos fazer ‘um passeio’?”.

Logo, ela entra no carro, sem falar uma palavra. Ela estava sentada no banco traseiro ao lado do motorista. Ele, num arranque, já estava a mais de 200km/h. Quando estava dirigindo, aquela raposa aponta-lhe um revolver em suas costas.

“Que é isso!?!!?! PARA DE BRINCAR, PUTA! TIRA ESSA ARMA DAÍ!!!”.

Sem responder e sem sentimentos, atira bem na espinha, mais precisamente no pescoço. Não seria preciso ter muita inteligência para entender que ele ficou paraplégico naquele instante e, em uma curva, o carro bateu em uma árvore da floresta. Apesar de a raposa ter se mantido no automóvel até a colisão, ela sai ilesa, sem uma avaria em seu corpo. Nada impedia de se sugerir a idéia de que, uma beldade divina que sentia uma magia que encantaria a infantaria mundial, ela seria.

Misteriosamente, ela aparece ao lado do carro. O Lobo ainda estava com a face para cima, olhando fixamente a ela. Ela então disse:

“Seu egoísmo lhe levou a este Karma. Agora, resta-lhe vencer este Karma e evitar o egoísmo. Lembre-se: Amar a Deus e ao próximo acima de tudo. Nunca ame a si mesmo, nem se orgulhe e nem mesmo pense em você. Ah! E nem mesmo tente pedir benção a Deus”.
“C-c-como s-se p-p-p-parou a-a-a-aí?!” Disse, extremamente ferido e traumatizado.

Ela ignora as mágoas dele e começa a caminhar até a estrada, continuando a peregrinação.

Centro da cidade de Mandato, Sul dos ENO.

“No universo, o amor é a base de todo vencimento de um Karma. Ao contrário do egoísmo, o amor é mais poderoso, sendo muito mais importante do que um espírito poder fazer coisas sobrenaturais, como vocês chamam. Quando o amor se torna humano, se torna egoísta, possessivo, chamado de amor condicional. Quando o amor não é egoísta, ou seja, apenas feito sem motivo qualquer ou sem que seja para o bem da consciência do autor, ele é incondicional. Para chegar nesta incondicionalidade, você teria que eliminar o seu ego e também não poderia ter motivo algum para expressa-lo. Sim, você teria que doar e não esperar receber. Você teria que chegar o cúmulo do que vocês chamam de ‘baixo grau de informatividade’, ou burrice.”.

Aquela raposa havia chegado no centro da cidade. Olhando para cima, grandes monumentos que marcavam histórias de progressos feitos por aquela gente. Olhando para baixo, apenas restos de invasores caras de pau que poderiam ser jogados para a mais profunda merda que existe. Parvos sem admoestação, eles são; Grandes idiotas que eram chamados, pelos egos mais limitados, de pobres.

Em uma das esquinas que marcavam o território dos miseráveis, a Raposa olhava diretamente para uma das humildes casas. Olhando mais adentro, estava uma família de felinos celebrando a chegada de presentes de natal do ‘velhote que entrega presentes’. Ao ver aquela imagem, uma outra imagem surge, só que a da raposa; Em decepção a ponto de fazer uma decapitação naquela família de felinos, era a face do rosto.
Logo, ela invade a casa e começa a atirar para todos os lados.

“VERMES! COMO PODEM IDOLATRAR JESUS CRISTO COM ESSES MÍSEROS PRESEPIOS?!?! SÓ DEUS DEVE SER IDOLATRADO, MAIS NINGUÉM!!!”.

Quando ela vê, matou toda a família de felinos, seguido de sangue por toda a casa. Ela, então, sai da casa, sem remorso e continuando com o seu olhar de nada.

[Continua (ou não)]
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Re: Missão Altirana

Mensagempor kurama em Sáb 27 Dez, 2008 4:08 pm

bem sanguinolenta até agora o.o

só pra saber o que significa Altirana?
quando as coisas ficam estranhas os estranhos se tornam profissionais

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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Sáb 27 Dez, 2008 5:52 pm

Bom, por enquanto não posso revelar o significado.
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Dom 28 Dez, 2008 2:06 pm

19h00m do dia 25 de dezembro de 946.

Aquela raposa estava olhando outra janela, só que agora, ao invés daquela imagem de uma família comemorando, viu, literalmente, um casal de pombos fazendo atos que não coincidiam com o pensamento de um espírito em provação; Dois iludidos, dois perdidos.
Aquela raposa quebrou a vidraça da janela e atirou na espinha do pombo macho e na pomba fêmea, na perna.

“Vocês, podres humanos, deveriam se envergonhar por não tentarem provar a sua lealdade a Deus! Vocês deveriam estar amando de verdade, e não buscando o prazer”.

Ela atira mais uma vez, só que na perna do macho.

“Lembrem-se: Evitem o prazer, apenas amem a todos, e não fiquem fazendo um processo de seleção de quem deve ser mais amado! Isso é egoísmo! Isso é amor humano, HIPÓCRITA!”.

Os dois pombos, caídos no chão de tanto medo por causa da raposa, não reagiam, apenas rugiam... De medo e de dor.
Ela sai da casa, indo novamente embora.

Capítulo 2: Provas.

“’Pergunta: Quais os motivos de um espírito encarnar, então?’”.

A Raposa, então, resolveu ficar parada no centro financeiro da cidade; olhava os céus como se fossem nuvens empoeiradas e poluídas pelo mexer humano. Respirou fundo e pegou uma AK-47 presa a suas costas e começou a atirar por todos os cantos. O cenário era de uma grande avenida recheada de arranha-céus que iluminavam toda a avenida com suas espelhadas vidraças. Só se percebia que a metamorfose era percebível por pessoas de nível de incrível ignorância ou por um momento de discernimento
Quando ela começou a atirar, todas as ruas que ligavam aquela avenida se encheram de pessoas se escondendo como podiam. A raposa pulou para um poste, ficando em pé em cima dele. Em todos que estavam naquele lugar, ela continuara a atirar.
Um Helicóptero surgira naquele momento. Ruas vazias e destruídas, agora ela as via. Um momento para respitar profundamente e um pulo, em mente; Ela saltou para o helicóptero e matou a tiros o piloto e o co-piloto, recarregou, e jogou os dois da nave e começou a pilotar. Quando se esperava que ela fugisse, ela resolveu bater a aeronave com um dos Arranha-céus, mas conseguindo sair ilesa, denovo; Ela saltara da aeronave e estava caindo, mas não se preocupava com a altura, pois quando chegou no chão, nem se esborrachou.
Ela olhou para cima e viu um arranha-céu em chamas. E ela, em nada, não sentia nada.

26 de Dezembro de 946. Região metropolitana de Mandato.

Voltava naquelas mesmas montanhas que formaram o começo desta narrativa. Quando ela se aproximou de uma caverna, ela tirou um controle remoto de seu bolso, e apertara o único botão vermelho que tinha naquele controle. Naquele momento, as rochas começavam a se entrelaçar de tal forma que fizeram uma grande abertura, que mostrava uma gigantesca nave, aparentando ser um disco voador. Atrás do objeto, havia alguém.

“Voltou cedo, em”.

Quem seria aquele ser que a cumprimentara?
O que se dava para ver era um gigante disco voador, todo metalizado em cinzas. Era um perfeito veículo de aerodinâmica perfeita e feita para fazer esse feito. Algumas partes havia sensores de movimento e, em outros, uma porta-armas. O que poderia acontecer? Uma invasão extraterrestre que impediria o desenvolvimento, seria?

“Temos que continuar a nossa missão”.
“Então... O que agora?”.
“Temos que fazer o que o nosso espírito diz” Dizia a Raposa.
“Vamos enquanto temos tempo!”.

A raposa entra na caverna. Depois de um minuto, aquela nave saíra rapidamente da caverna, pairando a matéria ao seu redor.


(Continua... Ou não).


Comentem.
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Dark Lyons Kamau em Dom 28 Dez, 2008 5:13 pm

Nossa O.o
Até chagar ao ultimo paragrafo...achava que a raposa apenas teria assistido muito " um dia de furia " depois de ter vindo da igreja...XD
Mas pelo visto tem algo mais ai...
mas sei lá...não sei se uma alienigena tem o que é preciso pra julgar os humanos.
Mas tá um conto super legal. quero mais ^^
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Dom 04 Jan, 2009 6:04 pm

Continuando o Capítulo 2:

2h 00m do dia 26 de dezembro de 946. Condado de Birdburg, Mew Old.

Aquela nave conseguiu, em pouco tempo, chegar a uma outra região; Capitalismo de alto grau em consumo; Grandes empresas dominavam os conjuntos de humanos tolos por objetos. Eram grandes escravos com trastes a possuir para ruir o mugir.
Em um dos arranha-céus daquela cidade, uma porta gigante no meio do concreto, se abriu. E a nave, introduziu-se.
A nave havia pousado levemente em um gigantesco hangar dentro do prédio. Era tudo muito claro, tão claro que nem mesmo fechando os olhos poder-se-ia evitar o machucar. Da nave, uma porta se abriu, revelando a Raposa e um outro ser; Era um Homem grande e cabelos loiros e compridos. Aparentemente, uma face que racharia as outras faces.
Os dois desceram da nave. Nada os impressionava, nada lhes sentiam. Só vazio para o vazio e nada para o nada. Naquele momento, uma porta na frente deles se abrira, e uma face surgira; Um lobo velho, aparentando ter a meia idade, cabelos escuros, boa pinta. Parecia um onipotente, onipresente e onisciente presidente. O lobo se aproximou deles e começou a falar com eles:

“Vocês dois chegaram. Enfim, como vai a missão dos dois?”.
“Estamos cumprindo o que devemos cumprir” Disse o louro alto.
“Interessante... Comandante Altirana, como anda as coisas?”.
“Tudo em ordem. Nada impedirá que à vontade de Deus seja cumprida”.
“Está bem. Agora precisamos continuar com o planejado: Peguem o carro que está no andar Térreo... Ou melhor, transformem aquele carro no andar térreo em um aerocarro e prossigam com a missão”.
“Sim. Mas antes de irmos... Afinal, como anda a Illumimanti?”.
“A Illumimanti ainda está cumprindo o papel que ela deve cumprir” Respondeu o velho, saindo pela mesma porta que entrou.

Logo, a Raposa pegou o mesmo controle remoto que usara antes para abrir uma cratera para abrir aquele Hangar. Naquele momento, um Fiorde Mustang apareceu flutuando na frente aberta do prédio, e entrou e pousou silenciosamente, sem o motor ligado ou as rodas girando. Os dois entraram naquele carro e, literalmente, flutuaram e arrancaram.

“Um espírito encarna como forma de provar que aprendeu o que aprendeu. Pegue um vestibular como exemplo: Um jovem estuda todas as matérias que teve. E para que serve a prova? Justamente para comprovar que você aprendeu o que lhe ensinaram. Encarnação é a mesma coisa. Existem dois tipos de encarnações: Para Missão e Provação. Provação é um espírito que ainda precisa provar que se livrou de algum egoísmo. Já a Missão é aquele espírito que já aprendeu tudo que precisava, porém ficou presa a roda de encarnações para poder ajudar o próximo. Lembrando que não há encarnação sem Karma, pois o Karma tem como base o egoísmo, que é o que deve ser vencido para a reforma íntima. Quando um espírito encarna, ele esquece de sua consciência primária e apenas crê na secundária, a materialista, humana. A Primária é a espiritual. Quando um espírito está na segunda consciência, ele está encarnado, em provação ou missão. Ou seja, não tem como você poder ligar-se a primeira consciência, a não ser se você já eliminou por completo a sua vontade de viver ou a vontade de ainda possuir o ego”.

(Continua no próximo capítulo)
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Dark Lyons Kamau em Dom 04 Jan, 2009 11:00 pm

hmmm a raposa tem um lider...o.O
será que ela é uma alma que se livrou de todo o egoismo, como sugere os capitulos final do cap?
continua que tá ficando legal
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Seg 05 Jan, 2009 7:51 pm

Capítulo 3: Doação.

“A doação é a coisa mais linda que eu conheço. É tão belo ver uma pessoa de bem quando doamos um casaco ou alimento e...”.

7h30m do dia 26 de Dezembro de 946. Cidade de Birdburg, Mew Old.

Não muito longe daquele lugar...

“E as nossas doações arrecadaram o suficiente para as famílias que estão desabrigadas! Agradecemos às pessoas que ajudaram nesta nobre causa!”.

Uma velha Tigresa, aparentemente aposentada, estava assistindo à TV. Quando escutara a mensagem, ela ficara feliz, alegre. Um contente que entretende a sua mente.
Quando ela se levantou, por uma porta ela entrou. Quando entrara na sua cozinha, vira um ser esquisito, que ela nunca conhecera antes; Era aquele loiro alto sentado na mesa que, em sua cozinha, estava. Para conversar, ele tava.

“Senhora... Você realmente acha que ajuda?”.
“Quem é você?”.
“Por favor, apenas responda-me”.
“Claro! Aquelas pessoas precisam!”.
“Você realmente tem certeza disso?”.
“Sim! Garoto... Eu apenas sou uma velha aposentada. Por favor, sei que está desesperado, mas veja que Deus não gosta de ladrões”.
“E também não gosta de doadores”.
“Como?”.
“Veja bem: Você apenas ama a si mesma”.
“COMO?! CLARO QUE NÃO E VOCÊ...”.
“Desculpe interrompe-la, mas... Sério, você é egoísta. Você apenas olha para a sua consciência. Você quer apenas ver a sua consciência de bem. Isso é ser egoísta. Quando se doa, não devemos esperar nada, nem contentamento, nem recebimento. Apenas nada. Apenas doe, não negocie. Além disso... Você doaria alguma coisa para um criminoso, um milionário?”.
“Claro que não! Eles nem precisam e nem merecem!”.
“Pois bem, outro exemplo de egoísmo: Entenda que o amor é incondicional, e não o amor material e possessivo de vocês. Vocês ainda estão presos a matéria, pensando que a doação é apenas em carinho ou em objetos. Lembre-se: Nunca direcione, apenas acione”.
“Você é muito estranho, meu jovem. Para que eles iriam precisar?”.
“Não estou dizendo deles. Estou dizendo de VOCÊ. O seu egoísmo limita a sua ajuda apenas para quem VOCÊ escolhe. Você apenas doa para quem VOCÊ ACHA que merece. É isso o que estou dizendo: PARE de doar para quem VOCÊ acha que merece”.

A Velha, desconcertada, ficou sentada na cadeira da cozinha, pensando.

(Continua no próximo capítulo).


Dark Lyons Kamau:

Bom, ele não é exatamente um líder e ela não é uma alma, é um espírito.
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Qui 08 Jan, 2009 2:55 pm

Capítulo 4: Justiça.

“Justiça... Uma palavra tão hipócrita quanto um racista”.

9h06m do dia 26 de Dezembro de 946. Perifeira de Birdsburg.

Em alguma das humildes casas daquele local, acontecia uma briga; Uma leponídea, a parecer uma solteirona, estava em uma brigona com uma outra solteirona, só que felina. Não era uma brigona qualquer, mas caças entre raças. Tudo o que se ouvia eram vozes pedindo materiais em atitudes irracionais. Os olhos das duas brilhavam a mesma cor de verde claro. A coelha possuía cabelos branqueados, refletindo a sua forte sorte, assim como os cabelos escuros da felina, mostrando-se os contrastes entre duas trastes.

“Dê-me agora o dinheiro da proteção, pornográfica nazista!”.
“Por que eu deveria? Você não manda em mim, felina ‘capetalista’!”.
“Agora você se meteu mesmo! Vou te mostrar quem manda aqui!”.

Naquele momento, a felina já partira em cima da coelha. Obviamente era de se ver que a felina tinha uma força e garras infinitamente superiores a da coelha, vide o seu humilde corpo. Em pouco tempo, já se via uma coelha arranhada e com muitos ferimentos, naquele momento de pensamento.

“Pronto. Agora aprendeu a lição: NÃO SE META NUNCA COM SUPERIORES! E LEMBRE-SE DE PAGAR A PROTEÇÃO PONTUALMENTE SE NÃO QUISER FICAR ARRANHADA!”.

A felina saiu da barraca, deixando a coelha comendo poeira. Mas ela não ficara assim; começou a ficar com mais raiva, em pouco tempo. Em minutos, um surto, ela teve em um curto minuto.

“Eu preciso fazer alguma coisa a ela. Ela precisa aprender! ELA ME PAGA! Mas quem será que poderia me defender?”.

Naquele instante, a porta se abrira, e naquela ira, um super-herói surgira. Parecia que nem histórias em quadrinhos, onde o bom sempre vence o mal, que sempre se dá mal. Nada impedia que ele seria uma luz cheia de ira contra o que seria a atormentaria.

“Eu estou aqui para te ajudar! Nada impedirá que o certo seja sempre o certo!”.
“Você é o Super Lobo! O ex-nazista que defende a Justiça!”.

Naquele instante, metade da casa até a sala de estar fora destruída e um ser era o que se via; Era a raposa Altirana.

“Vocês são tão hipócritas...”.
“Quem?!” Disse os dois.
“Não acredito que vocês ainda acreditem nesse papo idiota de justiça. O que é justiça, afinal?”.
“É lutar pelo que é certo e defender a moral e ética para a sociedade e oprimir os vilões!” Disse o Super Lobo.
“Palavrinhas tão bestas... Agora, me diga: Se uma fêmea está prenha e abortar, ela fez certo ou errado?”.
“Fez errado! Toda a vida que existe no planeta tem de ser defendida com honra e ética!” Respondeu o Lobo.
“Eu sabia... Você não considerou a opinião da prenha. Você está considerando apenas a sua própria justiça, e não a justiça que a prenha tem em relação ao que ela fez. Para ela, estava certo. Para você, está errado. Assim como outras pessoas irão ter opiniões diferentes às suas. Além disso, não existe certo ou errado, ainda porque vocês só consideram coisas materialistas, ainda estão presos ao material, e esqueceram o espírito”.
“Mas para mim ela está errada!” Disse a coelha.
“Não estou falando da justiça da maioria, estou falando a justiça de cada UM! Cada UM tem uma forma de ver a justiça. Por exemplo... Vamos pegar a legalização de armas. Para o mais pacifistas, isso e tudo contra ao certo que eles acham, que é o da paz no mundo sem armas. Mas e para os que usam armas? Eles estarão pensando a mesma coisa? Assim como as regras estabelecidas pela sociedade. Exemplo: Nós estamos infligindo uma lei de trânsito. Para alguns, estaríamos errado. Mas e nós? Pensaríamos a mesma coisa?”.
“Bem...” Ficou na dúvida o Lobo.
“Assim como é hipocrisia legalizar a injustiça. Por exemplo: No Código penal, é taxativo o ‘não matar’, mas alguns parágrafos depois mostra exceções de onde o matar é permitido. E, como disse, justiça não é lutar pelo que é certo, mas sim o conceito do que cada indivíduo tem do que acha que é certo, ou seja, os valores de cada um. Por isso digo que você não tem o direito que falar mal de um assassino ou daquele cara que pagou propina”.
“Bem... Eu...”.
“Vai pensando aí. Fiquem com Deus”.

E a raposa some naquele instante, deixando os dois sentados no sofá, pensando.

(Continua no próximo capítulo).
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Dark Lyons Kamau em Qui 08 Jan, 2009 9:24 pm

A raposa é um espirito bastante controverso...^^
Com certeza ela sempre terá uma opinião diferente pra rebater as as opiniões..

Bom...mas gostei muito dos caps...o estilo que vc usou para narrar, faz parecer um pequeno verso (e tem até umas rimas legais).
Tambêm conseguiu pasar uma menssagem legal, independente dos pontos de vistas ( a da velha tigresa egoista foi a melhor ^^)
Espero pelo próximo o/
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Sáb 10 Jan, 2009 11:39 am

Capítulo 5: Felicidade.

“Eu sou feliz com a minha família! Só eles me fazem ser feliz como também o amor que eles me dão e...”.

16h37m do dia 27 de Dezembro de 946. Igreja Católica de Santos dos Almirantes, Região metropolitana de Birdburg.

Em horas preciosas, mais ânsia era as minuciosas esperaras, com uma profunda vontade em horas ociosas. Tudo era aguardado para a chegada da Noiva. Nada impedia que a felicidade daquele homem esperando na capela fosse a sua validade.

“Ih! A Noiva está chegando!”.

E a noiva chegou. Era de uma raça diferenciada da do homem de corpo careca que a esperava na capela; Uma felina, aparentando ser da raça Felis Catus, estava prontamente e unicamente para aquela ocasião tão esperada em sua mente. Nada impedia de que aquele casamento cheio de convidados a espera e um noivo morrendo de ansiedade fosse verdade.
Entretanto, quando a cerimônia começou na hora em que a noiva chegou à capela, alguém apela.

“Se alguém tiver algo contra a esta cerimônia, que fale agora ou cale-se para sempre” Disse o Padre.
“EU!”.

Era aquele Loiro alto que também destruíra ilusões de pessoas sem noções. Estava sentado no mais fundo do banco do fundo da Igreja sem fundo de caridade.

“Quem se atreve a interromper o casamento?” Reclamou o Noivo.
“Eu mesmo”.
“Quem é você, bundão?”.
“Não importa quem eu seja. O que importa aqui é o fato de esse casamento representar a felicidade de vocês dois”.
“E o que isso tem a ver?” Perguntou a Noiva.
“Simples: Esse casamento representa a felicidade de vocês dois?”.
“Claro! Nós finalmente iremos nos casar e ter filhos!”.
“Palavrinhas tão bestas... Bom, Se a sua esposa lhe traísse, você iria ainda continuar feliz?”.
“Errm... Não?”.
“Claro que não, pois a sua felicidade está condicionada. Enquanto a sua felicidade for condicionada, só irá experimentar dor. Exemplo: Você consegue finalmente tem um filho. Você fica supostamente feliz. Quando ele morre por algum motivo... Você ainda continuará feliz?”.
“Não...”.
“Pois é. Você ACHA que está feliz, mas, na verdade, só está sofrendo. Pode não perceber isso, mas o seu espírito sim”.
“Mas se eu não tiver algum motivo para viver... Como vou viver?”.
“Você não precisa de um motivo para viver. Busque a felicidade em seu próprio você. Você não precisa de algo para poder ser feliz, pois a felicidade está em VOCÊ! Busque-a!”.
“Bem... Errm...”.
“E evite ser egoísta em pedir para alguém amar você, principalmente Deus! Bom, vai pensando aí... Fiquem com Deus”.

E o Loiro sai da igreja, deixando todos lá pasmos e refletindo.
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Snowmeow em Qua 14 Jan, 2009 3:50 pm

O que houve com o conto do Lobismo? O.o"

EDIT: Andei notando que todos os contos que você posta aqui no Literatura Furry têm um mesmo universo como pano de fundo. Um planeta com uma geografia estranha e um calendário que varia conforme o lugar (Exemplo dos Cinco Cristos). Tem como dar maiores detalhes acerda desse universo?
Editado pela última vez por Snowmeow em Qua 14 Jan, 2009 4:20 pm, num total de 1 vezes
Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirá falta dela no Verão.
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Re: Missão Altirana

Mensagempor Bolchen em Qua 14 Jan, 2009 4:18 pm

Eu estou desistindo da história. Deletei aquele capítulo por causa de algumas coisas que andam acontecendo que não me permitem deixar ela postada.
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