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Os Gaman - As desventuras de uma família de Tabax na Terra
#1
Os Gaman

Meu nome é Galar Gaman. Tenho uma esposa, Audara, e uma filha, Amai. Morávamos numa pequena cidade em Rippata, mas decidimos mudar de ares. E embarcamos rumo a um novo mundo, literalmente, cruzando o Autam-dea e parando na Terra.
No mundo dos Suywan.

Escolhemos uma cidade já habituada com a presença de ooza, e Cerro Azul nos pareceu uma boa escolha. Possui uma colônia tabaxi formada desde a abertura do primeiro Autam-dea oficial, não é agitada e perigosa como São Paulo ou Onadar, e dá pra pegar carambolas direto do pé. Adoramos carambolas.

Nós nos hospedamos em uma pousada famosa na periferia da cidade, até conseguirmos uma casa no Centro. Nos sentimos muito a vontade enquanto na pousada, já que quase todas as funcionárias eram Heïn, como nós. Bom, mais ou menos.

Eu e minha esposa conseguimos pegar empregos numa cooperativa que exporta carambolas para Tabax. Ela entrou na seção de seleção e embalagem, e eu fiquei na parte da colheita. O salário não é lá aquelas coisas, mas o custo de vida aqui é bem mais baixo. E, como capim é tratado como erva daninha aqui neste planeta, temos comida de graça à vontade.

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"Os Gaman" contará a história de uma família de ooza equinos morando na Terra à procura de uma vida melhor. O despertar dos hormônios da filha adolescente do casal, preconceitos, tradições familiares e uma estranha rinha com uma família rival são apenas alguns ingredientes  que vão, com certeza, apimentar a saga da família Gaman.

A história continua em breve!


Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirá falta dela no Verão.
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[Imagem: CAP.jpg]
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#2
A Casa nova dos Gaman

Galar gira a chave, com apreensão. A casa é grande e, quando foi conhecê-la, parecia confortável. A porta se abre. Ar fresco sai de dentro da casa, refrescando aquele dia quente de verão. Finalmente, a família Gaman tinha um teto pra ficar!

Amai já foi correndo na frente, procurando um quarto bom para tomar posse antes que seus pais ditassem qual seria. A casa tem três quartos, sala, cozinha, copa, área de serviço, e banheiro com banheira.

(Galar)—Nem adianta, filha, nenhum dos quartos tem suíte.

(Amai)—Aaaah, chato!

(Audara)—A vida aqui vai ser bem mais rústica que lá em Tabax... Será que vamos conseguir?

(Galar)—Pelo Grande, e pelos Quatro Nomes Sagrados da Família Gaman, vamos sim.

Os “Quatro Nomes Sagrados” da Família Gaman são os nomes que devem sempre se alternar entre as gerações. Os nomes são Galar, Tacur, Galon e Taestrei. O varão que recebe um desses nomes tem a responsabilidade de dar o próximo dos quatro nomes para o filho. Galar não sabe de onde veio essa tradição, mas tem a ver com um pacto formado depois que os Herbívoros chegaram no atual Continente Herbívoro. De acordo com o pai de Galar, Taestrei, ele disse que o pai dele, Galon, ouviu o pai de Galon, Tacur, contar a história para um conhecido dele. O primeiro Gaman, ao procurar um lugar para construir sua casa, achou uma ruína antiga do que possivelmente era um templo. Nessa ruína, haviam quatro estátuas de possíveis deuses, e o primeiro Gaman mudou seu nome para Galar, e jurou em nome desses quatro deuses, nomear seus descendentes com os nomes deles, em forma de agradecimento pela fuga bem-sucedida dos Carnívoros. E assim tem sido para os Gaman, desde então.

Só que agora, Galar só tem uma filha, Amai. Mas ainda é jovem, pode ter um filho garanhão. E essa não é a maior preocupação de Galar no momento. A mobília não é adaptada para ooza, e trocar a mobília está fora de questão.

A banheira, por exemplo, era pequena, de modo que só podia ir um por vez.

A vizinhança é composta majoritariamente de humanos, mas duas famílias ooza lhes deram as boas vindas. Os Barlask (Dyen Barlask, esposa e dois filhos) vieram de Fariah dois meses antes dos Gaman, já os Terbus estão há cinco anos, Nuby Terbus conheceu o marido em uma migração estimulada de Zomaron para São Paulo, ambos se casaram e se mudaram para Cerro Azul, sem planos de filhos ainda. Foi Nuby quem indicou o emprego na cooperativa de carambolicultores para o casal Gaman. Já Dyen, que é professor de Toukan, indicou a escola onde ele leciona para matricularem Amai nele, pois é a escola melhor adaptada para os ooza.

Amai escolheu o quarto leste, onde o sol bateria na cama de manhã, não fosse o muro. Ela gosta de acordar cedo e estudar, diferente de outras espécies. A cama, que pertence à casa, estava arrumada, e Amai foi pondo nela as roupas para separá-las e colocar no armário, que é embutido. O “jeito caótico” pelo qual Amai separa e acondiciona suas roupas, é um mistério para os pais até hoje. Não conseguem identificar um padrão claro.

O armário era bem maior do que Amai precisava, e ficou com muito espaço restante, onde ela começou a guardar seus perfumes, bibelôs, revistas e livros. Foram mais ou menos três horas até a arrumação estar terminada e Amai descansar na sua cama macia...

Não fosse o travesseiro duro.

Estranhada, Amai sacudiu o travesseiro e, quando o ergueu, viu que debaixo dele havia um grande livro, de capa dura. Amai, ao ver a capa do livro, pensou em chamar seus pais, mas pensou novamente, refletiu, respirou fundo e abriu uma gaveta vazia, dentro da qual ela pôs o livro, colocando algumas peças de roupa aleatórias por cima.


(Continua...)


Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirá falta dela no Verão.
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#3
O Livro de Amai

O resto do dia transcorreu normalmente, sem maiores preocupações. Os Gaman se apresentaram aos vizinhos humanos, apresentados por Nuby Terbus, conselheira do bairro. A janta foi à base de comidas prontas vegetarianas, com refrigerante sem gás (Os ooza não gostam de gaseificados), e após o jantar, Amai foi para seu quarto, já decorado com uma plaquinha, feita por ela própria quando ainda morava em Rippata.

Lá dentro, trancou a porta do quarto. Ligou o rádio num volume baixo e dirigiu-se à gaveta onde estava o livro. Amai nunca tinha pego um livro daqueles, seus pais não recomendavam que ela lesse aquele tipo de... Ficção.

A capa, azul-clara, com letras douradas no alfabeto Tabaxi e também no alfabeto latino da Terra, mostrando ser um livro bilíngue, era uma coletânea com várias histórias de um dos mais prestigiados autores de Tabax: Tar Adon, o romancista yiffta.

Amai tem apenas 11 anos, mas em Tabax, histórias yiffta não possuem restrição de idade. A curiosidade estava quase esmagando seu coração. A ousadia de abrir aquelas folhas e desvendar as estórias mais ardentes de Tabax era quase como um ritual de passagem para ela. Ela vai fazer algo que nunca tinha feito antes em Tabax. Um simbolismo de uma nova vida.

“Contos da Noite Nº 68, quinta reimpressão, com tradução para o suywankanpossui um total de 99 contos, como todos os outros – É uma tradição terminar o livro com a frase “Por que você não faz o centésimo conto?”, dando um estímulo a novos autores.

Amai abriu o livro. Começou a ler pelo prefácio do tradutor para o português, sobre suas impressões ao ler as estórias de Tar Adon. Logo depois, veio o prólogo, do próprio autor, destacando a importância da imaginação e da leitura. Em questão de dois minutos, seus olhos passavam pelo primeiro conto: “Uma tarde na tulha”, que fala de uma cabrita que se diverte em uma velha tulha na fazenda quando descansa de suas atividades laborais ao lado dos pais. E que, uma hora, encontra seu irmão mais velho fazendo “coisas estranhas” com a mão, e a estória descamba em incesto. Oito páginas de puro incesto. Resolveu fechar o livro e guardá-lo depois de tê-lo lido. Ficou sabendo de coisas que nunca tinha ouvido falar antes. Deitou-se na cama e cobriu-se com o edredom. Ela não saberia, mas aquela noite seria longa.

No dia seguinte, outro conto do livro. “Cera, suor e sexo” conta a história de um suywan que foi depilar a barba com a sua prima, e acabou ganhando um “serviço completo”, descrito detalhadamente em seis páginas de acelerar o coração dos desavisados. Na hora de tomar banho, ficou imaginando se ela estivesse com um primo conhecido dela naquela banheira, as molecagens que poderiam acontecer.

Os Gaman não possuem frescura, e costumam andar nus de seus quartos até o banheiro e vice-versa. Mas Audara tinha falado algumas coisas picantes para Galar e ele, ao entrar no banheiro, estava exposto: O órgão sexual dos cavalos geralmente fica escamoteado, exceto quando eles se excitam. Amai ainda estava lá, e pela primeira vez, ela viu um órgão sexual masculino.

Claro, Galar ficou envergonhado da cena e pediu desculpas.

(Galar)—Er... Eu não sabia que você estava aí. Faça de conta que não viu nada, tá?

Muda, Amai saiu do banheiro normalmente e foi se enxugar em seu quarto. De memória, mediu o tamanho da tromba do seu pai. Comparou com seu próprio corpo.

(Amai)—Não... Não cabe. Mas acho que o Zaron não tem esse tamanho.

Outra noite longa e sem sono, desta vez, escutando os típicos sons conjugais de seus pais que, por algum descuido, haviam deixado a porta de seu quarto aberta.

Amai já estava no 31º conto, e esse envolvia pai e filha. “Taolorazuna” era o nome, e os personagens eram equinos. A história fala de uma família cujos parentes todos estavam indisponíveis para o ritual do Tao Lora – Um ritual típico dos Heïn no qual o jovem ou a jovem tem sua primeira conjunção carnal, com um parente mais experiente – e a mãe da protagonista, super ciumenta, mas super apegada às suas tradições, teve que assinar o Taolorazuna – Um documento no qual um dos cônjuges autoriza o outro para ser o Tao Lora de alguém – para sua filha e seu marido. O conto era comprido, 20 páginas que terminam com a mãe da protagonista yiffando o próprio filho em troca. Suas mãos ágeis já percorriam diversos cantos de seu próprio corpo, em busca de sensações novas.

Algumas colegas de classe, em especial as suywan, já haviam conversado com ela a respeito de educação sexual – Duas delas já tinham perdido a virgindade, uma com um colega de classe “que ela não conta nem sob tortura”, e outra, com um primo dela, maior de idade. Ambas falaram o que sentiram, e as consequências de seus atos, o que deixou Amai um tanto insegura e ansiosa. Ainda faltam quatro anos para ela passar pelo Tao Lora, mas ela não quer esperar mais.

Ela queria um puyuu.

(Continua...)


Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirá falta dela no Verão.
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#4
O Suywan da Casa ao Lado

Audara trabalha à tarde, enquanto Galar trabalha de manhã. Audara faz o almoço, come e vai para o trabalho assim que o marido chega para almoçar e descansar. Marido e esposa se revezam em ajudar Amai, em especial nas tarefas extracurriculares.

É quando Audara chega em casa, já bem tarde, que ela percebe na casa ao lado, um suywan com o qual ainda não travou contato. Ele está sempre varrendo a calçada quando ela chega. Nuby não falou nada a respeito dele, nem o apresentou a ela. Ela corriqueiramente o cumprimenta com seu “oi!” animado de uma esposa bem amada, e o suywan só responde acenando a cabeça levemente, sem dizer uma palavra.

Ao ser questionada sobre ele, Nuby foi evasiva.

(Nuby)—Acho bom não prestar muita atenção nele. Rodam muitos boatos de que ele seja um... Um...

(Audara)—Um o quê, fala logo!

(Nuby)—Um... Maníaco sexual. Outro dia, ele...

(Audara)—Ele o quê?

(Nuby)—Fala baixo... Ele... Bem... Ele passou a mão na minha bunda. Eu... Eu fiquei incomodada, e fui ver até onde isso iria... Lógico, eu pensei em chamar a Força Corretiva... Digo, a Polícia... Se você dar brecha, ele... Ele te come!

(Audara)—Pelo Grande! Ele é um canibal?!?

(Nuby)—N-não é nesse sentido! Ele pode acabar fazendo... Indecências...

(Audara)—Nuby, Nuby! Você tá escondendo coisa de mim! Vem, vamos pro banheiro!

No banheiro feminino da firma, Nuby soltou os bofes.

(Nuby)—Eu não tive culpa! (Chuif) Eu estava no meu período quente, e... E meu marido não reagia...!

(Audara)—Então, você yiffou com aquele suywan!

(Nuby)—Ai, que vergonha!!! Eu fui infiel, e tenho medo que descubram! Aquele suywan tem um puyuu desse tamanho! (Faz um belo espaço entre as mãos) E como sabe usá-lo! Minha sawa quase não aguenta! Sem falar...

(Audara)—Sem falar...?

(Nuby)—Sem falar que ele faz o otran também! Meu marido NUNCA fez o meu otran! E agora eu não sei onde enfiar minha cara! Por isso eu não te apresentei a ele! Vai que ele começa a espalhar...

(Audara)—Bom, meu Galar nunca fez o meu otran também, acho que vou pedir pra ele fazer...

(Nuby)—POR FAVOR!!! Fala que ouviu de uma suywan! Não mencione meu nome!

Mas, em casa...

(Galar)—Tá o maior bafafá a respeito de uma “coelha que gosta de dar o cu”. Pessoal só fala nisso, e tão apostando que é a Nuby. Tem cabimento, querida?

(Audara)—Tão... Falando?... Que ridículo, a Nuby é mulher casada e de família!

(Galar)—Só que o Meon mesmo que me disse que a mulher dele não quer assunto quando ele tá na instiga, e por isso ele sai nos fins de semana pra uma Lorashepaganjah. Aqueles dois têm períodos quentes em épocas diferentes, com certeza quando a esposa dele tá no cio, ele também não quer nada. E outra...

(Audara)—Como assim?

(Galar)—Até onde se sabe, só há uma família de coelhos morando em Cerro Azul, que são os Terbus. A menos que haja uma aventureira morando por aí, as chances de que a coelha que gosta que lhe façam o otran seja a Nuby são bem altas. Quer tentar?...

(Audara)—Tentar o quê, cavalo?

(Galar)—O otran.

(Audara)—Teve uma suywan que me disse que isso é bom... Ah, sei lá, viu?

(Galar)—Falando em suywan... Tem um suywan que não nos foi apresentado, aqui na casa ao lado, notou?

(Audara)—Nuby me disse que é pra evitar aquele suywan. Que ele é indecente, e... Ops...

(Galar)—Indecente...?

Foi longa a conversa. Entre Galar e Audara não existem segredos, e Audara lhe contou tudo o que Nuby tinha lhe dito, mas com a promessa de que ele não contaria para ninguém.

Galar resolveu se apresentar a ele. José, é o nome dele, e até que era simpático, segundo disse o próprio Galar. Claro, o assunto principal da conversa não poderia ser outro: O cu da coelha.

(José)—Ah, sim. Nuby, é o nome dela. Olha, já comi muito cu na minha vida, mas aquele cuzinho de veludo é insuperável! Nem dá vontade de comer a xana dela, já vou direto no cu!

(Galar)—Ela é a única ooza a qual você comeu?

(José)—Ah, não! Já comi muita espécie diferente. Um dia eu fui para São Paulo, e comi o cuzinho de uma cabrita. Nossa, que sensação maluca! O cuzinho de uma cabrita literalmente ordenha o pau! Pulsa com força!

(Galar)—É sério? E égua, você já comeu?

(José)—Égua, não, mas cavalo, já. Um garanhão que gosta de pagar de machão na terra dele, mas quando vem pra Cerro Azul tratar de uns assuntos de negócio, aproveita que ninguém fica sabendo mesmo e solta a franga. Macho, fêmea, eu como de tudo. Olha, cu de cavalo só perde pro cuzinho da coelha. Não sei se outras coelhas são assim como a Nuby, mas ela é demais.

(Galar)—Rapaz, tô pensando em comer o cu da minha mulher... É sério que é bom assim?

(José)—Não sei se cu de égua é igual ao de cavalo, mas tenta, ué. Vai que ela gosta. Mas compra um lubrificante, comer na seca de cara vai fazer ela te dar um coice, hehehe...

E Galar termina o assunto com sua esposa, mostrando um tubo de lubrificante.

(Audara)—Eu acho que o que ele queria mesmo era fazer o teu otran.

Nisso, chega Amai, de volta da escola. Galar esconde, meio desajeitadamente, o tubo que levava na mão.

(Amai)—Que que tem o otran?

(Audara)—Ah, é que uma ooza está com o otran assado, então eu pedi pro Galar comprar uma pomada pra ela, hehehe...

(Amai)—Fala da Nuby?

(Audara e Galar)—QUÊ?!?

(Amai)—Por favor, né, mãe, pai... Até o papagaio da Dona Quitéria sabe que a Nuby deixa aquele suywan da casa da direita fazer o otran dela. (Olha por cima) E esse tubo não é de pomada, é de lubrificante!

Os pais de Amai ficam estarrecidos ao saberem que a filha deles está quase tão ciente das “coisas da vida” quanto eles!

(Galar)—Filha... Quem te conta essas coisas?

(Amai)—Tenho 11 anos, estou no sexto ano suywan, e a maioria das minhas colegas de estudos já perdeu a virgindade. Vocês ainda acham que eu acredito no conto da Concha?

(Audara)—Mas ao menos você vai respeitar o Tao Lora, não vai?

(Amai)—Vou. Mas eu quero que seja o primo Zaron.

(Galar)—11 anos, e já está querendo escolher o Tao Lora? Graças ao Grande que estamos na terra dos suywan, se alguém lá de Onadar ouve isso...!

A discussão foi longa naquela noite.

(Continua...)


Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirá falta dela no Verão.
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