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Os Gaman - As desventuras de uma família de Tabax na Terra
#4
O Suywan da Casa ao Lado

Audara trabalha à tarde, enquanto Galar trabalha de manhã. Audara faz o almoço, come e vai para o trabalho assim que o marido chega para almoçar e descansar. Marido e esposa se revezam em ajudar Amai, em especial nas tarefas extracurriculares.

É quando Audara chega em casa, já bem tarde, que ela percebe na casa ao lado, um suywan com o qual ainda não travou contato. Ele está sempre varrendo a calçada quando ela chega. Nuby não falou nada a respeito dele, nem o apresentou a ela. Ela corriqueiramente o cumprimenta com seu “oi!” animado de uma esposa bem amada, e o suywan só responde acenando a cabeça levemente, sem dizer uma palavra.

Ao ser questionada sobre ele, Nuby foi evasiva.

(Nuby)—Acho bom não prestar muita atenção nele. Rodam muitos boatos de que ele seja um... Um...

(Audara)—Um o quê, fala logo!

(Nuby)—Um... Maníaco sexual. Outro dia, ele...

(Audara)—Ele o quê?

(Nuby)—Fala baixo... Ele... Bem... Ele passou a mão na minha bunda. Eu... Eu fiquei incomodada, e fui ver até onde isso iria... Lógico, eu pensei em chamar a Força Corretiva... Digo, a Polícia... Se você dar brecha, ele... Ele te come!

(Audara)—Pelo Grande! Ele é um canibal?!?

(Nuby)—N-não é nesse sentido! Ele pode acabar fazendo... Indecências...

(Audara)—Nuby, Nuby! Você tá escondendo coisa de mim! Vem, vamos pro banheiro!

No banheiro feminino da firma, Nuby soltou os bofes.

(Nuby)—Eu não tive culpa! (Chuif) Eu estava no meu período quente, e... E meu marido não reagia...!

(Audara)—Então, você yiffou com aquele suywan!

(Nuby)—Ai, que vergonha!!! Eu fui infiel, e tenho medo que descubram! Aquele suywan tem um puyuu desse tamanho! (Faz um belo espaço entre as mãos) E como sabe usá-lo! Minha sawa quase não aguenta! Sem falar...

(Audara)—Sem falar...?

(Nuby)—Sem falar que ele faz o otran também! Meu marido NUNCA fez o meu otran! E agora eu não sei onde enfiar minha cara! Por isso eu não te apresentei a ele! Vai que ele começa a espalhar...

(Audara)—Bom, meu Galar nunca fez o meu otran também, acho que vou pedir pra ele fazer...

(Nuby)—POR FAVOR!!! Fala que ouviu de uma suywan! Não mencione meu nome!

Mas, em casa...

(Galar)—Tá o maior bafafá a respeito de uma “coelha que gosta de dar o cu”. Pessoal só fala nisso, e tão apostando que é a Nuby. Tem cabimento, querida?

(Audara)—Tão... Falando?... Que ridículo, a Nuby é mulher casada e de família!

(Galar)—Só que o Meon mesmo que me disse que a mulher dele não quer assunto quando ele tá na instiga, e por isso ele sai nos fins de semana pra uma Lorashepaganjah. Aqueles dois têm períodos quentes em épocas diferentes, com certeza quando a esposa dele tá no cio, ele também não quer nada. E outra...

(Audara)—Como assim?

(Galar)—Até onde se sabe, só há uma família de coelhos morando em Cerro Azul, que são os Terbus. A menos que haja uma aventureira morando por aí, as chances de que a coelha que gosta que lhe façam o otran seja a Nuby são bem altas. Quer tentar?...

(Audara)—Tentar o quê, cavalo?

(Galar)—O otran.

(Audara)—Teve uma suywan que me disse que isso é bom... Ah, sei lá, viu?

(Galar)—Falando em suywan... Tem um suywan que não nos foi apresentado, aqui na casa ao lado, notou?

(Audara)—Nuby me disse que é pra evitar aquele suywan. Que ele é indecente, e... Ops...

(Galar)—Indecente...?

Foi longa a conversa. Entre Galar e Audara não existem segredos, e Audara lhe contou tudo o que Nuby tinha lhe dito, mas com a promessa de que ele não contaria para ninguém.

Galar resolveu se apresentar a ele. José, é o nome dele, e até que era simpático, segundo disse o próprio Galar. Claro, o assunto principal da conversa não poderia ser outro: O cu da coelha.

(José)—Ah, sim. Nuby, é o nome dela. Olha, já comi muito cu na minha vida, mas aquele cuzinho de veludo é insuperável! Nem dá vontade de comer a xana dela, já vou direto no cu!

(Galar)—Ela é a única ooza a qual você comeu?

(José)—Ah, não! Já comi muita espécie diferente. Um dia eu fui para São Paulo, e comi o cuzinho de uma cabrita. Nossa, que sensação maluca! O cuzinho de uma cabrita literalmente ordenha o pau! Pulsa com força!

(Galar)—É sério? E égua, você já comeu?

(José)—Égua, não, mas cavalo, já. Um garanhão que gosta de pagar de machão na terra dele, mas quando vem pra Cerro Azul tratar de uns assuntos de negócio, aproveita que ninguém fica sabendo mesmo e solta a franga. Macho, fêmea, eu como de tudo. Olha, cu de cavalo só perde pro cuzinho da coelha. Não sei se outras coelhas são assim como a Nuby, mas ela é demais.

(Galar)—Rapaz, tô pensando em comer o cu da minha mulher... É sério que é bom assim?

(José)—Não sei se cu de égua é igual ao de cavalo, mas tenta, ué. Vai que ela gosta. Mas compra um lubrificante, comer na seca de cara vai fazer ela te dar um coice, hehehe...

E Galar termina o assunto com sua esposa, mostrando um tubo de lubrificante.

(Audara)—Eu acho que o que ele queria mesmo era fazer o teu otran.

Nisso, chega Amai, de volta da escola. Galar esconde, meio desajeitadamente, o tubo que levava na mão.

(Amai)—Que que tem o otran?

(Audara)—Ah, é que uma ooza está com o otran assado, então eu pedi pro Galar comprar uma pomada pra ela, hehehe...

(Amai)—Fala da Nuby?

(Audara e Galar)—QUÊ?!?

(Amai)—Por favor, né, mãe, pai... Até o papagaio da Dona Quitéria sabe que a Nuby deixa aquele suywan da casa da direita fazer o otran dela. (Olha por cima) E esse tubo não é de pomada, é de lubrificante!

Os pais de Amai ficam estarrecidos ao saberem que a filha deles está quase tão ciente das “coisas da vida” quanto eles!

(Galar)—Filha... Quem te conta essas coisas?

(Amai)—Tenho 11 anos, estou no sexto ano suywan, e a maioria das minhas colegas de estudos já perdeu a virgindade. Vocês ainda acham que eu acredito no conto da Concha?

(Audara)—Mas ao menos você vai respeitar o Tao Lora, não vai?

(Amai)—Vou. Mas eu quero que seja o primo Zaron.

(Galar)—11 anos, e já está querendo escolher o Tao Lora? Graças ao Grande que estamos na terra dos suywan, se alguém lá de Onadar ouve isso...!

A discussão foi longa naquela noite.

(Continua...)


Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirá falta dela no Verão.
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RE: Os Gaman - As desventuras de uma família de Tabax na Terra - por Snowmeow - 08-13-2018, 01:30 AM

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